Eu preciso te falar uma coisa:
preciso te falar instantea mente
O tempo URGE
Meu coracao e um transformar
eterno
Necessariamente precisa
De oxigenio, calor, seguranca
O tempo surge
E eu me afogo sem saber
Na procura de ar
Algum tipo de resposta
Meu coracao precisa minha cadencia
E nao pode parar.
Lucy, 21.05.2011
PS: em computador sem acentos, abstraiam.
sábado, 21 de maio de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
frases na gaveta
Estava em casa tentando me livrar de papéis na minha gaveta... Consegui jogar alguns e fui lendo vários outros...
Resolvi postar aqui frases que encontrei de grandes figuras:
"Ó minha alma! O poema não é feito de letras que finco como pregos, mas do branco que permanece no papel."
(Paul Claudel)
"A simplicidade é o último grau de sofisticação."
(Leonardo da Vinci)
"Uma imagem vale mil palavras. Vai dizer isto com uma imagem."
(Millôr Fernandes)
"Se você precisa de muitas palavras para dizer o que pensa, pense mais um pouco."
(Dennis Roch)
"Todo pensamento é solitário mas sua realização é grupal. Toda atitude é individual mas sua construção é coletiva."
(Godar)
"A gente encontra o próprio estilo quando não consegue fazer as coisas de outra maneira"
(Paul Klee)
"Eu só acreditaria num Deus que soubesse dançar."
(Nietzche)
"A cor é a música dos olhos."
(Goethe)
"Eu não pinto coisas como as vejo, mas sim como as penso."
(Picasso)
"A arte desaparecerá à medida que a vida ganhar equilíbrio."
(Mondriaan)
"A cultura é o que subsiste quando se esquece tudo o que tinha aprendido."
(Selma Angulof)
"A imaginação é mais importante que o conhecimento."
(Einstein)
"O essencial é invisível aos olhos."
(Saint-Exupéry)
"É impossível acendermos a luz rápido o suficiente para 'vermos' a escuridão."
(William James)
"Conectar computadores é um trabalho. Conectar pessoas é uma arte."
(Eckart Wintzen)
----
Quem sabe agora posso jogar este papel também...
Resolvi postar aqui frases que encontrei de grandes figuras:
"Ó minha alma! O poema não é feito de letras que finco como pregos, mas do branco que permanece no papel."
(Paul Claudel)
"A simplicidade é o último grau de sofisticação."
(Leonardo da Vinci)
"Uma imagem vale mil palavras. Vai dizer isto com uma imagem."
(Millôr Fernandes)
"Se você precisa de muitas palavras para dizer o que pensa, pense mais um pouco."
(Dennis Roch)
"Todo pensamento é solitário mas sua realização é grupal. Toda atitude é individual mas sua construção é coletiva."
(Godar)
"A gente encontra o próprio estilo quando não consegue fazer as coisas de outra maneira"
(Paul Klee)
"Eu só acreditaria num Deus que soubesse dançar."
(Nietzche)
"A cor é a música dos olhos."
(Goethe)
"Eu não pinto coisas como as vejo, mas sim como as penso."
(Picasso)
"A arte desaparecerá à medida que a vida ganhar equilíbrio."
(Mondriaan)
"A cultura é o que subsiste quando se esquece tudo o que tinha aprendido."
(Selma Angulof)
"A imaginação é mais importante que o conhecimento."
(Einstein)
"O essencial é invisível aos olhos."
(Saint-Exupéry)
"É impossível acendermos a luz rápido o suficiente para 'vermos' a escuridão."
(William James)
"Conectar computadores é um trabalho. Conectar pessoas é uma arte."
(Eckart Wintzen)
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Quem sabe agora posso jogar este papel também...
sexta-feira, 11 de março de 2011
Esperando o Mar
Ai que saudade do mar!
De correr ao ar!
Solta, rápida, contente!
Uma vela a me guiar
Meu corpo usado
Eu solta, leve, inteira
Sem limites, sem medo
Que saudade de devanear
De derivar ...
Ah que saudade dos H's
que quebram as palavras
E dão espaço aos meus mergulhos
Profundos e leves
Que saudade
De me encontrar!
De me perder...
No mar
Lucy, 11. março. 2011
De correr ao ar!
Solta, rápida, contente!
Uma vela a me guiar
Meu corpo usado
Eu solta, leve, inteira
Sem limites, sem medo
Que saudade de devanear
De derivar ...
Ah que saudade dos H's
que quebram as palavras
E dão espaço aos meus mergulhos
Profundos e leves
Que saudade
De me encontrar!
De me perder...
No mar
Lucy, 11. março. 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Deixar Ser
"
A gente só pode fazer escultura ou tentar ajeitar um pouco
Se o material estiver maleável
Senão quebra
"
Lucy, 15 fevereiro, 2011
A gente só pode fazer escultura ou tentar ajeitar um pouco
Se o material estiver maleável
Senão quebra
"
Lucy, 15 fevereiro, 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Que caia devagar
A chuva na casa e na cidade faz silêncio
E os poucos sons que emergem
Se comunicam – Suave mente
A vida tem preguiça e calma
Para acontecer
Depois da chuva
Pássaro – sinos – carros
E alguma respiração
A cidade acontece... lentamente
Eu me revejo
A chuva faz a calma aparecer
Tudo se mostra sem contraste
As horas se movem va ga ro sa mente
As nuvens se movem...
E calma
Lucy, 21 janeiro, 2011.
E os poucos sons que emergem
Se comunicam – Suave mente
A vida tem preguiça e calma
Para acontecer
Depois da chuva
Pássaro – sinos – carros
E alguma respiração
A cidade acontece... lentamente
Eu me revejo
A chuva faz a calma aparecer
Tudo se mostra sem contraste
As horas se movem va ga ro sa mente
As nuvens se movem...
E calma
Lucy, 21 janeiro, 2011.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Doa a quem doer
Às vezes eu sinto demais
Doo demais
Dou demais
Pra mim fica algo latente
Pendente
Quando qualquer coisa
Um sentimento
Me atinge no ar
Quando meu espaço é invadido
Quando existe um desequilíbrio
Meu coração descompassado
Inquieto
E eu preciso o meu tempo
Preciso o meu espaço
Preciso da verdade
E do sorriso natural
Minha veia dói
Alguma coisa acumulada em mim
Vira veneno
E eu me firo
Meu maior crime
É ser errada dentro de mim
Preciso me encontrar
Me respeitar
Para poder fluir
Lucy, 17. janeiro.2010
Doo demais
Dou demais
Pra mim fica algo latente
Pendente
Quando qualquer coisa
Um sentimento
Me atinge no ar
Quando meu espaço é invadido
Quando existe um desequilíbrio
Meu coração descompassado
Inquieto
E eu preciso o meu tempo
Preciso o meu espaço
Preciso da verdade
E do sorriso natural
Minha veia dói
Alguma coisa acumulada em mim
Vira veneno
E eu me firo
Meu maior crime
É ser errada dentro de mim
Preciso me encontrar
Me respeitar
Para poder fluir
Lucy, 17. janeiro.2010
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Reinvenção
Cada cada com seu tempo
Cada cabeça pra pensar
O que seria justo
No seu momento
Cada coisa no seu tempo
Cada pulso um sangue
Cada alma uma possibilidade
De ser SEMPRE diferente
Algo a mais
Que em outro momento
Cada espaço reinventado no tempo
Possibilidades infinitas no mundo
Desnudo mundo
Cada dia um novo
De cada um em tudo.
Lucy, 13. janeiro. 2010
Cada cabeça pra pensar
O que seria justo
No seu momento
Cada coisa no seu tempo
Cada pulso um sangue
Cada alma uma possibilidade
De ser SEMPRE diferente
Algo a mais
Que em outro momento
Cada espaço reinventado no tempo
Possibilidades infinitas no mundo
Desnudo mundo
Cada dia um novo
De cada um em tudo.
Lucy, 13. janeiro. 2010
Suor
Para sentir cada parte do meu corpo
- cada músculo -
E minha mente poder descansar
- sem preocupações -
E me sentir viva, pulsando, E objetiva
Escrever também é uma espécie de descoberta
- De si mesmo -
Para sentir cada parte de si mesmo
- Para além de si -
Para além do corpo – que pulsa -
Sensações ...
Para além de mim – Você
Para me sentir inteira
- E poder relaxar -
Meu corpo – movimento – máquina
Músculos doídos e Oxigênio
- E eu respiro por mim – Em ti.
Lucy, 13.janeiro.2011
- cada músculo -
E minha mente poder descansar
- sem preocupações -
E me sentir viva, pulsando, E objetiva
Escrever também é uma espécie de descoberta
- De si mesmo -
Para sentir cada parte de si mesmo
- Para além de si -
Para além do corpo – que pulsa -
Sensações ...
Para além de mim – Você
Para me sentir inteira
- E poder relaxar -
Meu corpo – movimento – máquina
Músculos doídos e Oxigênio
- E eu respiro por mim – Em ti.
Lucy, 13.janeiro.2011
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Lavo a alma
Eu surfo porque me torno uma pessoa melhor depois
Lavo a minha alma
Adeus superficialidades
Adeus minhas confusões mentais
Sentimentais
Eu surfo e tudo dentro de mim
Lava, Eleva
E eu sou parte de algo maior
Encontro meu lugar
Meu lar
Tão simples
Vento, sol e mar
Nada mais importa
Do que meu corpo
Poder se perder no mar
Perco a raiva de qualquer um
Com o presente
Que a natureza Todo dia
Pode me dar
Lucy, 5.novembro.2010
Lavo a minha alma
Adeus superficialidades
Adeus minhas confusões mentais
Sentimentais
Eu surfo e tudo dentro de mim
Lava, Eleva
E eu sou parte de algo maior
Encontro meu lugar
Meu lar
Tão simples
Vento, sol e mar
Nada mais importa
Do que meu corpo
Poder se perder no mar
Perco a raiva de qualquer um
Com o presente
Que a natureza Todo dia
Pode me dar
Lucy, 5.novembro.2010
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