Se precisasse de desculpas para viver já teria
Algum sentido No sentir-o-mar
Se precisasse de desculpas para viver. Faria
Mesmo em meio a tanta escuridão e incertezas
Festejar o novo ano, velho ano
E desejar o infinito começo e fim
De cada dia
Que a vida promete
Apesar
Da escuridão
Se precisasse de desculpas para viver: Encontraria
Um amigo, uma amiga
Que lhe entenderia
Com e sem palavras
A silenciar este não.”
20.10.2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
A deriva
O tempo que me resta irei agarrar
Com unhas, dentes e pele inteira
E irei aceitar o carinho do mar como único certo
Em meio a tanta... Desilusão
E a mágica de encontro e revelações
Produções, criações, contemplando ações
Serão a minha semente a aceitar
Um passo só, outro acompanhado
E tentar não me avexar
Não lhe vexar – Deixar correr somente só
E aceitar o caminho descaminho certo como única resposta possível
Às perguntas que não fiz
Às perguntas que já estão postas – Em algum ar de caminho
Irei agarrar
A certeza do mar e do sol nascer novo cada dia
E eu renovada em mim
A me reinventar
Em um Qualquer possível
Tua."
Lucy, 22 setembro, 2012.
Com unhas, dentes e pele inteira
E irei aceitar o carinho do mar como único certo
Em meio a tanta... Desilusão
E a mágica de encontro e revelações
Produções, criações, contemplando ações
Serão a minha semente a aceitar
Um passo só, outro acompanhado
E tentar não me avexar
Não lhe vexar – Deixar correr somente só
E aceitar o caminho descaminho certo como única resposta possível
Às perguntas que não fiz
Às perguntas que já estão postas – Em algum ar de caminho
Irei agarrar
A certeza do mar e do sol nascer novo cada dia
E eu renovada em mim
A me reinventar
Em um Qualquer possível
Tua."
Lucy, 22 setembro, 2012.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Alego Alegoria
Um momento tremendo sucederá
Uma explosão de sentimentos
Em sequências embaraçosas e fortes
Testarão minha fundação
E O horizonte que tu me mostrasse
O horizonte do que eu consigo ver
Para além disto
Um talento enorme de criar compartimentos
De partir o mais em menos
E não te digerir
A minha calma virá de minha alma
E eu conseguirei transformar minha força e velocidade
Em calma estática e funcional
Tentando manter minha graça na vida
Tentando manter minha vida de graça
Extraindo de poço fundo a superficial cor
Que dá tom a alguma alegria
Alegoria.
Lucy, 09. setembro. 2012
Uma explosão de sentimentos
Em sequências embaraçosas e fortes
Testarão minha fundação
E O horizonte que tu me mostrasse
O horizonte do que eu consigo ver
Para além disto
Um talento enorme de criar compartimentos
De partir o mais em menos
E não te digerir
A minha calma virá de minha alma
E eu conseguirei transformar minha força e velocidade
Em calma estática e funcional
Tentando manter minha graça na vida
Tentando manter minha vida de graça
Extraindo de poço fundo a superficial cor
Que dá tom a alguma alegria
Alegoria.
Lucy, 09. setembro. 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Bem Querer
Eu não quero respostas – apenas –
Eu quero ações
Canções e cantigas sambadas para mim
Em mim para algum ti
Ninguém e todos serão
Verão – algum brilho resplandece
Se os toques se chegam em um ar
Soltos – Serão
Eu não quero
Tudo que não seja você
- Me querendo
Eu me quero
Um bem- te- vi
Nem sempre será no presente
Passada em mim eu também
Sempre serei
Renovada e nova
Em mim
Reposta de mim será sempre meu sim
Em algum ti,
Bem.
Lucy, 28.08.2012
Eu quero ações
Canções e cantigas sambadas para mim
Em mim para algum ti
Ninguém e todos serão
Verão – algum brilho resplandece
Se os toques se chegam em um ar
Soltos – Serão
Eu não quero
Tudo que não seja você
- Me querendo
Eu me quero
Um bem- te- vi
Nem sempre será no presente
Passada em mim eu também
Sempre serei
Renovada e nova
Em mim
Reposta de mim será sempre meu sim
Em algum ti,
Bem.
Lucy, 28.08.2012
sábado, 18 de agosto de 2012
SE, mas não (mais não)
É que tudo na vida é
Em corda bamba, bamba
samba
É que tudo no ar
Levita – E é solto
E aí o corpo que se foi
Foi também um vazio
Esbofeteado na cara
Porque AR comprime o VAZIO
É que também só assim
Escutarei músicas
E tons – cores - de alegria
Há que ter muita calma
Paz, e esperança
Para relativizar
A bamba da vez
Que no passo da dança
Caminha lindamente
Para a frente
E te fisga de lado.
Você do lado
De cá
É bem mais legal.
Lucy, 18. Agosto. 2012
Em corda bamba, bamba
samba
É que tudo no ar
Levita – E é solto
E aí o corpo que se foi
Foi também um vazio
Esbofeteado na cara
Porque AR comprime o VAZIO
É que também só assim
Escutarei músicas
E tons – cores - de alegria
Há que ter muita calma
Paz, e esperança
Para relativizar
A bamba da vez
Que no passo da dança
Caminha lindamente
Para a frente
E te fisga de lado.
Você do lado
De cá
É bem mais legal.
Lucy, 18. Agosto. 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Prece Alma
Eu preciso ter muita energia boa
E calma
Porque eu carrego comigo as minhas pessoas
Queridas
E é preciso
Muita calma nestas horas
Muitas horas de calma
Com sorrisos e paz olhar interno
É preciso muito discernimento
E não se deixar levar
Caminho - sentimento - descaminho – ilusão
E, ainda assim, ter coragem de
Sentir- Se-Dá Se Dar!
Por algum caminho que irá haver
Na ciranda de amizades e ventos
Que refazem
A pele osso no nosso corpo.
Algum tipo de forma – disforme
Apertos de mãos soltos
O coração Junto do corpo ação
Criar novas batidas
Em nova oração.
Lucy, 13. Agosto. 2012
E calma
Porque eu carrego comigo as minhas pessoas
Queridas
E é preciso
Muita calma nestas horas
Muitas horas de calma
Com sorrisos e paz olhar interno
É preciso muito discernimento
E não se deixar levar
Caminho - sentimento - descaminho – ilusão
E, ainda assim, ter coragem de
Sentir- Se-Dá Se Dar!
Por algum caminho que irá haver
Na ciranda de amizades e ventos
Que refazem
A pele osso no nosso corpo.
Algum tipo de forma – disforme
Apertos de mãos soltos
O coração Junto do corpo ação
Criar novas batidas
Em nova oração.
Lucy, 13. Agosto. 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Espalhados Ao Vento
Minhas festas e partidas e repartidas da vida
Não têm lá uma turma tão grande
Não cabe em mim
conseguir digerir
TANTAS pessoas tão grandes como essas que aqui estão
Estarão ao meu lado
Eu já mal caibo em mim
E não cabe a mim
determinar
Quem o destino me sopra ao vento
E se encontra ao lado de mim
E se deixa repousar
Mas são GRANDES e ÚNICAS pessoas
A quem agradeço o reflexo na existência
E que por estarem espalhadas
Vivo a vida com uma saudade
Que cadencia meu passo
Eles passarão, eu passarei
E levarei comigo
E redescobrirei já sabendo
Pessoas metade de mim
Meu infinito é feito de vários
E poucos
Únicos
Lucy, 8. Agosto. 2012
Não têm lá uma turma tão grande
Não cabe em mim
conseguir digerir
TANTAS pessoas tão grandes como essas que aqui estão
Estarão ao meu lado
Eu já mal caibo em mim
E não cabe a mim
determinar
Quem o destino me sopra ao vento
E se encontra ao lado de mim
E se deixa repousar
Mas são GRANDES e ÚNICAS pessoas
A quem agradeço o reflexo na existência
E que por estarem espalhadas
Vivo a vida com uma saudade
Que cadencia meu passo
Eles passarão, eu passarei
E levarei comigo
E redescobrirei já sabendo
Pessoas metade de mim
Meu infinito é feito de vários
E poucos
Únicos
Lucy, 8. Agosto. 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Mundana
Talvez eu chegue a um ponto na minha vida
Em que eu consiga apenas simplesmente admitir
Que fui humana
Que não controlei minhas carências
Mas que mantive uma linha raciocínio Orgulho
Que me arrancou de mim e me manteve O caminho
Meu
Que me trouxe e me atirou em portos
E fui surpreendida – continuamente – comigo mesma
Aprendi e desaprendi, e esqueci se havia o que saber
O que saber, que não fosse o que sentir
Talvez eu admita, que apesar de todas as incursões
Não há um sorriso que não abra a porta certa
Que a única solução é buscar a pitada de alegria
Num universo de tristezas, que definhará...
(Justamente por isso)
Talvez eu tenha mais coragem, e me desgarre do cômodo
E saiba que é preciso, aceitar a liberdade
Que os sustos irão
Me colorir, e suspirar, e sorrir-grito!
Talvez eu saiba admitir e aceitar
Que apenas um caminho incerto pode chegar
Em algum pedaço inteiro de mim.
Lucy 19.julho.2012
Em que eu consiga apenas simplesmente admitir
Que fui humana
Que não controlei minhas carências
Mas que mantive uma linha raciocínio Orgulho
Que me arrancou de mim e me manteve O caminho
Meu
Que me trouxe e me atirou em portos
E fui surpreendida – continuamente – comigo mesma
Aprendi e desaprendi, e esqueci se havia o que saber
O que saber, que não fosse o que sentir
Talvez eu admita, que apesar de todas as incursões
Não há um sorriso que não abra a porta certa
Que a única solução é buscar a pitada de alegria
Num universo de tristezas, que definhará...
(Justamente por isso)
Talvez eu tenha mais coragem, e me desgarre do cômodo
E saiba que é preciso, aceitar a liberdade
Que os sustos irão
Me colorir, e suspirar, e sorrir-grito!
Talvez eu saiba admitir e aceitar
Que apenas um caminho incerto pode chegar
Em algum pedaço inteiro de mim.
Lucy 19.julho.2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
Apenas um detalhe
Era muito pequena, muito tímida
A flor que deu cor à cinza
Era muito vento e ainda
A flor não caía
Era muito vulnerável
O pequeno sentimento bonito que se instalava
E gritava algum tipo de independência
Apesar, a pesar
Das carências
Era um detalhe
Mas fez alguma - e toda - a diferença
Era muito simples a nossa cor
Que passava despercebido
Para quase todos
No entanto deu sentido para minha vida
E guiou meu caminho imprevisível
Para apenas um sensível tradutor
Saber me ler
Me ver.
É um sorriso apenas, que o vento leva,
E me eleva,
Uma nota que se perde
Um vento que me bate
E eu já fui.
Lucy, 10.julho.2012
A flor que deu cor à cinza
Era muito vento e ainda
A flor não caía
Era muito vulnerável
O pequeno sentimento bonito que se instalava
E gritava algum tipo de independência
Apesar, a pesar
Das carências
Era um detalhe
Mas fez alguma - e toda - a diferença
Era muito simples a nossa cor
Que passava despercebido
Para quase todos
No entanto deu sentido para minha vida
E guiou meu caminho imprevisível
Para apenas um sensível tradutor
Saber me ler
Me ver.
É um sorriso apenas, que o vento leva,
E me eleva,
Uma nota que se perde
Um vento que me bate
E eu já fui.
Lucy, 10.julho.2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Íris
Na piscina dos teus olhos
E lusco-fuscos
Irei algum dia me perder
Assim como os meus perscrutam O mundo
E me traduzem a alma
E vou sorrir, não sabendo de mais nada
E deixar a vida linda me carregar
Para o lugar – mar – certo
Porque meu corpo já é todo evidência
E escrita espalhada por aí
E voz e som no ar
Que as palavras tentam, em vão,
Traduzir
Em pontes de olhares e sorrisos
Eu vou me perder
Para poder me encontrar.
Lucy, 15. Junho. 2012
E lusco-fuscos
Irei algum dia me perder
Assim como os meus perscrutam O mundo
E me traduzem a alma
E vou sorrir, não sabendo de mais nada
E deixar a vida linda me carregar
Para o lugar – mar – certo
Porque meu corpo já é todo evidência
E escrita espalhada por aí
E voz e som no ar
Que as palavras tentam, em vão,
Traduzir
Em pontes de olhares e sorrisos
Eu vou me perder
Para poder me encontrar.
Lucy, 15. Junho. 2012
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