I cannot restrain my sense
of sorrow
When I come, when I get
into Belgium
Back to Belgium, shortly,
When I see the land, the
flat land,
And the language,
That is lost, that is
retained, somewhere,
deep, in me.
A precious and confounded
treasure within me
For those my first years
When things were simple,
joyful, and honest
And, by god! I have lost
it!
However the country IS
STILL
I am again, and back,
As I enter Belgium and
recognize it
as a part at the same time
undisturbed and unreachable within me,
I cry
I cry for all I've lost,
I cry for what could have
been
I cry for what has been,
and is no more
My twisted life, I cry for
my sorrows
For I am damaged
But I am still, and am
free...
The phrase that remains, as
such other words,
untranslated, and as an unfulfilled
dream
that I only touch in now my
holidays,
the phrase that I retained
in my soul
Ik wil zo graag terug
naar Belgie gaan
And
I have lost again
For
I now belong to so much, to so many
By
surviving the worst
I
became, and lost myself, in many
This
is so natural
And
so strange
That
I see Belgium and I see my soul laid in front of me
And
I weep
And
I silence it
For
I cannot go back
In
time
And
must accept, always,
As
I have
The
ever changing world
With Grace
As I reinvent (and loose) myself
Constantly.
Lucy,
3 January 2014
sábado, 11 de janeiro de 2014
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Valor para Se Dar
E
o valor que a gente tem
É
o valor que a gente se dá
O
que eu carrego comigo
É
um pouco do que eu permiti
Me
deixar por aí
Me
construir ao me deixar
Viver
por aí
O
que eu cresci foi o que silenciei
Para
poder escutar
Pois a
paisagem depende
De
pernas, olhares e sorrisos
Um
abraço na ilha
Uma
lacuna no peito
E
muita sede sempre
Saber
te perder
Tendo apreciado
É
apenas um preço Razoável
No
peito que semeia
Um Poder-Ser
Inteiro
Em
qualquer Hoje
Que
a vida me dá
Obrigada
Ao Novo que vem sempre
Renovada em Mim
Eu invento.
Me reinvento.
Lucy,
1. Janeiro. 2014
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
She´s from the Storm
I come from
the storm
And my boat
must be my home
Where I
barely fit
It must still
balance me
Where I
carry - my body - must attend to
And suffice
My fragile
and strong heart
An end of
year Complete
My resistant
world
Must be
broken
With many
smiles
In
spite of the broken pieces
Still
Unique
And Complete
Lucy,
20.12.2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Sem mais nada
Se mais nada
Ao menos alguns sorrisos pelo caminho
Deixados
Recebidos
Se mais nada
Muitos sorrisos
Já basta
Já transborda
Já se refaz
Eu sou bastante
Porque minha alma não se contém no meu corpo
E vive a alcançar
A encontrar
Um outro olhar
Que espelha
E se desfaz
Em um rio de amor
Eu não contenho
Eu extravaso por aí
Lucy, 17.12.2013
domingo, 15 de dezembro de 2013
Na Rua Perdida
A lama não impede de andar
A lama faz, desta paisagem dolorida,
Rua
A minha alma despeja e caminha
E algo de sujo se encontra na cidade
Algo de sujo se perde pela cidade
E se esconde
No misto de discursos
Incongruente
É ainda melhor cantar e dançar
E esquecer
Sem mentir
É preciso ainda sentir
Para poder ser
Pelos becos da cidade
Se esconde
Algum amor verdadeiro
Pelos becos da cidade
Se perdeu
Algum real seu
Que agora corre loucamente pela avenida
Pelo tempo da vida
Você se esconde
Tentando se encontrar
Pela alma perdida de pés
Eu tento ver
Quem está a me esperar
Em que endereço eu posso ser
Qualquer um
Teu adereço.
Decifra-me!
A cidade tem mais lógica
Que eu
Lucy, 15.12.2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Please dare me
I´ve just been waiting
for you to dare me
Dare me
And then I go
Just watch me go
And I´ll be running and
dancing and laughing
And reaching for the
moon that is right here
My potential is all that
I want
And I want it all
You can just wait now
Just don´t expect me
To come back in any
quick way
I´ve got my ride.
Lucy, 10.12.2013
sábado, 7 de dezembro de 2013
pelo encontro
É pelo amor pelo encontro
Que eu amo
A cidade
Meus calos,
Meus joelhos
É pelo que eu encontrei que eu amo
O espaço que me apraz
Que te conduz
Até algum outro
É pelo amor à companhia que eu prezo
Olhar para dentro de mim, sozinha
Com música
Para digerir e encontrar
Equilíbrio
E não te atropelar no encontro contigo
Não me atropelar ao te avistar
É nessa vida que eu vivo
E que tento me realizar
É por amar que eu respiro
E acelero, e paro, e escuto
Viver é algum tipo de arte
Que com pés, olhos, sorrisos E tons, Se desenha
Alguma tatuagem de mim em mim
E em outro
Lucy, 07.12.2013
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